Olá, o mês de dezembro é a época perfeita para se tratar deste assunto. Então aperte morfar e bons estudos.
Para a 11ª lição do
trimestre o Pastor Esdras Bentho vai discutir sobre o perdão, para
tanto o estudo está separado em três partes, sendo visto temas
como: várias definições de perdão, o que não significa perdão,
os efeitos do perdão num relacionamento, dentre outros contextos.
Na primeira parte o
autor comenta sobre o perdão, basicamente suas origens, significados
e suas distintas definições na Bíblia. Para melhor compreensão
disponibilizamos esta tabela abaixo.
Nas línguas bíblicas
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No herbraíco, sãlach,
designa a ação misericordiosa de Deus mediante a qual Ele
perdoa, desculpa e livra o pecador da culpa e do castigo advindos
pela transgressão.
No grego, aphiemi, quer
dizer “soltar”, “cancelar”, “remir” e “perdoar” e
aparece nos Evangelhos referindo-se ao perdão dos pecados, de
dívidas e “ofensas”.
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Nos atos e ensinos de Jesus
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A pregação das Boas-Novas era o
anúncio do perdão irrestrito ao pecador cometido à aceitação
graciosa do pecador à comunhão com Deus.
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Nos ensinos das epístolas
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A pessoa não é tão somente
perdoada dos pecados e livre da culpa, mas liberta completamente
do poder do pecado sobre ela. O perdão promove a reconciliação
do homem com Deus e faz com que o pecador participe da justiça
de Cristo em Deus.
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Para o segundo tópico
o comentarista deixa claro o que não seria perdão, em outras
palavras, significados que o mundo que impor na sociedade sobre o
tema. Veja a tabela.
NÃO é fraqueza e covardia
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Na perspectiva da filosofia
existencialista anticristã, o perdão é visto tanto como
franqueza quanto covardia, e uma forma de corrupção e
domesticação da natureza do homem por meio da moral cristã.
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NÃO é tolerância ao erro
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Aquele que perdoa estaria deste
modo sendo conivente com o erro, o mal, ou pecado. Assim, tolerar
é compreendido como “consentimento” ou “permissão”.
Todavia, tolerância é suportar o peso do erro de alguém em vez
de concordar ou consentir com o pecado.
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NÃO é anular a justiça
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Justiça é dar a cada um o que
lhe é devido. Está relacionada à ação. O perdão reconhece
que a injustiça foi cometida, mas opera para além dela. É uma
dádiva. Na morte de Jesus, entretanto, temos a satisfação da
justiça de Deus e a ministração do perdão divino. Assim, o
perdão e a justiça podem atuar conjuntamente.
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E para encerrar, a
terceira e última sessão do estudo o Pastor trata dos efeitos que o
perdão pode causar num relacionamento. Primeiramente, devemos
entender que conflitos sempre vão existir numa interação social e
que nada é perfeito, porém é neste ponto que o perdão (dádiva)
deve sempre está presente. Segundo, o perdão tem duas dimensões:
vertical (vem de Deus para o homem) e horizontal (do homem para o
próximo). E terceiro, é sempre bom perdoar, pois quem exerce essa
prática lida melhor com o ressentimento e as mágoas, além de ser
um ótimo remédio para curar feridas da alma: tristeza, angústia,
compaixão própria, depressão entre outras.
Assim concluímos que o
perdão é sempre necessário para qualquer tipo de relacionamento,
pois é uma dádiva divina na qual o cristão é chamado a participar
livremente. Dessa maneira, mesmo que a dor seja forte e triste, o
perdão é a melhor solução a ser tomada. #PerdãoForever.
E esta foi mais uma
Preview das Lições da Escola Dominical. Para dúvidas e sugestões
comente logo abaixo e até a próxima.

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