sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Preview - Relacionamento e perdão


Olá, o mês de dezembro é a época perfeita para se tratar deste assunto. Então aperte morfar e bons estudos.

Para a 11ª lição do trimestre o Pastor Esdras Bentho vai discutir sobre o perdão, para tanto o estudo está separado em três partes, sendo visto temas como: várias definições de perdão, o que não significa perdão, os efeitos do perdão num relacionamento, dentre outros contextos.

Na primeira parte o autor comenta sobre o perdão, basicamente suas origens, significados e suas distintas definições na Bíblia. Para melhor compreensão disponibilizamos esta tabela abaixo.

Nas línguas bíblicas
No herbraíco, sãlach, designa a ação misericordiosa de Deus mediante a qual Ele perdoa, desculpa e livra o pecador da culpa e do castigo advindos pela transgressão.

No grego, aphiemi, quer dizer “soltar”, “cancelar”, “remir” e “perdoar” e aparece nos Evangelhos referindo-se ao perdão dos pecados, de dívidas e “ofensas”.
Nos atos e ensinos de Jesus
A pregação das Boas-Novas era o anúncio do perdão irrestrito ao pecador cometido à aceitação graciosa do pecador à comunhão com Deus.
Nos ensinos das epístolas
A pessoa não é tão somente perdoada dos pecados e livre da culpa, mas liberta completamente do poder do pecado sobre ela. O perdão promove a reconciliação do homem com Deus e faz com que o pecador participe da justiça de Cristo em Deus.

Para o segundo tópico o comentarista deixa claro o que não seria perdão, em outras palavras, significados que o mundo que impor na sociedade sobre o tema. Veja a tabela.

NÃO é fraqueza e covardia
Na perspectiva da filosofia existencialista anticristã, o perdão é visto tanto como franqueza quanto covardia, e uma forma de corrupção e domesticação da natureza do homem por meio da moral cristã.
NÃO é tolerância ao erro
Aquele que perdoa estaria deste modo sendo conivente com o erro, o mal, ou pecado. Assim, tolerar é compreendido como “consentimento” ou “permissão”. Todavia, tolerância é suportar o peso do erro de alguém em vez de concordar ou consentir com o pecado.
NÃO é anular a justiça
Justiça é dar a cada um o que lhe é devido. Está relacionada à ação. O perdão reconhece que a injustiça foi cometida, mas opera para além dela. É uma dádiva. Na morte de Jesus, entretanto, temos a satisfação da justiça de Deus e a ministração do perdão divino. Assim, o perdão e a justiça podem atuar conjuntamente.

E para encerrar, a terceira e última sessão do estudo o Pastor trata dos efeitos que o perdão pode causar num relacionamento. Primeiramente, devemos entender que conflitos sempre vão existir numa interação social e que nada é perfeito, porém é neste ponto que o perdão (dádiva) deve sempre está presente. Segundo, o perdão tem duas dimensões: vertical (vem de Deus para o homem) e horizontal (do homem para o próximo). E terceiro, é sempre bom perdoar, pois quem exerce essa prática lida melhor com o ressentimento e as mágoas, além de ser um ótimo remédio para curar feridas da alma: tristeza, angústia, compaixão própria, depressão entre outras.

Assim concluímos que o perdão é sempre necessário para qualquer tipo de relacionamento, pois é uma dádiva divina na qual o cristão é chamado a participar livremente. Dessa maneira, mesmo que a dor seja forte e triste, o perdão é a melhor solução a ser tomada. #PerdãoForever.

E esta foi mais uma Preview das Lições da Escola Dominical. Para dúvidas e sugestões comente logo abaixo e até a próxima.

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