sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Preview - A nova religiosidade


Olá, hoje no bloco trazemos a resenha da nona aula da Lições Bíblicas Jovens. Então aperte morfar e bons estudos.

A lição “a nova religiosidade” é divida em três seções, o autor trabalha no espaço a origem do Judaísmo, sobre os desigrejados e por último a situação da igreja como organismo vivo.

No primeiro tópico, o comentarista esboça sobre o nascimento do Judaísmo, que segundo especialistas se dá durante a restauração dos muros de Jerusalém, por meio das figuras de Neemias (liderança política) e Esdras (liderança religiosa). Sobre o sacerdote, Esdras também era escriba e devido sua situação a função cresceu muito e ganhou um status quo com o passar dos anos. Por causa dessa elevação, Jesus referiu muitas vezes negativamente a eles – os escribas – visto que naquele tempo muitos faziam parte dos fariseus, e onde o ensino da lei era absurdo e absoluto, porém lhes faltavam uma vivência da Palavra. No final, o autor expressa o perigo vivido pela igreja do primeiro século que foi o próprio Judaísmo, porque para viver com Cristo era preciso se desligar de antigos rituais. Já igreja de hoje, os cristãos correm perigo se pararem de anunciar as boas obras e se voltarem para essas práticas como prosperidade e determinismo, pois a igreja é o “sacerdócio real” do Senhor e disso não se deve esquecer.

No segundo tópico, o autor fala sobre o fenômeno dos desigrejados – pessoas com fé cristã, mas se recursão em congregar em alguma igreja física – que segundo informações surgiu no final do século 20 nos EUA, onde é conhecida como a Igreja Emergente (Emerging Church). No Brasil, já existe adeptos ao movimento, que aparentemente, já é o segundo maior do pais. As principais causas do crescimento do grupo é possivelmente os ideais, doutrinas e pensamentos que seduzam, a insubordinação e a falta de compromisso desses cristãos, e por último, por alguma ordem de cunho pessoal são as razões que levam um indivíduo deixar de congregar e se tornar um crente sem-igreja. No final do tópico o autor lembra que nós somos sal da Terra e luz do mundo e que devemos mostrar o diferencial, principalmente, para essas pessoas do movimento que nunca congregaram numa igreja. Assim mostrando o amor e a unidade que é o Corpo de Cristo, e por fim, que todos, sem exceção, terão que prestar contas no futuro sobre suas atitudes tomadas e feitas durante sua vida na Terra.

E no último tópico, o comentarista analisa a igreja como uma instituição que é composta principalmente de avivamento, movimento e monumento. Confira a tabela

Movimento
A igreja nasceu no Pentecostes (At 2.1-13), tomou-se um poderoso movimento (At 2.42-47)
Monumento
Foi preciso reforma-la na Idade Média, por ter se transformado em um monumento.
Avivamento
Quando no século 17 ela caiu no formalismo. Deus soprou o seu Espírito, culminando em avivamentos nos EUA e que foram alcançados no Brasil.

Em seguida, ele avalia nossa atuação como verdadeiros cristãos, se estamos sendo realmente representantes de Deus e produzindo bom testemunho para outras pessoas. E no final, o ator termina falando sobre o pentecostalismo clássico, que seria uma “valorização da experiência religiosa que, para eles, deve ser pessoal e significativa”. E lembra que mesmo congregando existe uma busca por um novo avivamento, um novo clamor ou nova reforma perante os cristãos, só que isso significa simplesmente a falta real e verdadeira do Espírito Santo na vida do povo de Deus.

Dessa forma, concluímos que devemos ser um exemplo em tudo, sermos sal e luz deste mundo, mostrar o diferencial e acima de tudo que o Senhor esteja em primeiro lugar em nossas obras, pois Ele deve ser o único glorificado.

Então, o que achou da Preview dessa semana? Sugestões e dúvidas? Comente logo abaixo e bom estudos. Até a próxima.

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