sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Preview - A ascensão econômica


Olá, hoje chegamos a décima lição bíblica e logo mais o trimestre se encerra. Então aperte morfar e bons estudos.

O autor divide a aula em três partes sendo explorado a justiça social, o ministério profético, o populismo e o perigo entre o casamento da igreja com o Estado.

No primeiro tópico, o comentarista esboça sobre a justiça social no caráter divino. A desonestidade e a ganância sempre estiveram com os humanos após a Queda, porém Deus sempre cuidou e ajudou aqueles oprimidos e injustiçados no período bíblico. No entanto, isso não significa que o Senhor dê assistência a uns e outros não, Ele é justo. Deus aconselha os legisladores, por exemplo da época da Lei, que não aceitassem presentes, para que assim fossem justos e honestos quando estivessem decidindo algo importante e isso não afetasse o seu julgamento. Outra figura importante na época da Lei era o Profeta, o Senhor levantava determinadas pessoas para defender os judeus oprimidos. Um bom exemplo era a obrigatoriedade de libertar os escravos e liquidar as contas e/ou empréstimos dos endividados que muitos reis de Israel se negavam a cumprir, o papel do Profeta era exigir o cumprimento da Lei do Senhor, onde nem as figuras reais estavam isentas de obedecer.

Na parte dois da lição, o autor fala um pouco do governo e da questão do líder e dos liderados. A figura dos governantes é justamente assegurar o cumprimento da ordem e do direito. Se eles não fizerem o seu trabalho, as classes populares podem sair prejudicadas e numa eleição, por exemplo, o apoio desses grupos são muito importante. Agora um erro que acontece bastante, inclusive no Brasil, é a troca de favores. Muitos políticos fazem leis e projetos que favorecem algumas minorias e elas se acham no dever de retribuir “o favor”, assim garantindo a permanência dessas figuras no Poder. Isso é conhecido como populismo e é um ato errôneo e antiético.

Agora quando isso entra na igreja, o problema é em dobro. Este é o terceiro ponto da lição. O autor lembra da prática romana na época de Jesus, quando eles garantiam um “bom relacionamento” com o reinado de Herodes apenas para ter a submissão do povo e seu controle. Em 313, foi a vez do imperador Constantino ao se afirmar cristão e legalizar o cristianismo a religião oficial de Roma, isso causou o casamento entre a Igreja e o Estado no tempo antigo, que levaria a conhecida história da igreja católica. Sobre a situação atual, muitos já sabem como é a prática, os políticos se envolvem nas igrejas, inclusive evangélicas, procurando a oportunidade de conseguir votos dos cristãos, e infelizmente algumas igrejas se “vendem” para esses políticos na busca de algum favor. Para melhor explanação fique com essa paródia do perigo desse casamento.


Concluímos que é importante se trabalhar contra a injustiça social, mas isso não significa que deve ter alguma moeda de troca e que muito menos as igrejas se envolvam nesses esquemas corruptos e antiéticos, pois como cristãos devemos mostrar a justiça e sabedoria de Deus nestas situações sociais.

Então, qual sua opinião sobre a justiça social? Tem alguma dúvida ou sugestão? Comente logo abaixo e até a próxima Preview.

Um comentário:

  1. Bacana o resumo.

    Creio que a Igreja 💒 deve manter uma postura imparcial em relação ao Estado.

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