Olá, hoje chegamos a
décima lição bíblica e logo mais o trimestre se encerra. Então
aperte morfar e bons estudos.
No primeiro tópico, o
comentarista esboça sobre a justiça social no caráter divino. A
desonestidade e a ganância sempre estiveram com os humanos após a
Queda, porém Deus sempre cuidou e ajudou aqueles oprimidos e
injustiçados no período bíblico. No entanto, isso não significa
que o Senhor dê assistência a uns e outros não, Ele é justo. Deus
aconselha os legisladores, por exemplo da época da Lei, que não
aceitassem presentes, para que assim fossem justos e honestos quando
estivessem decidindo algo importante e isso não afetasse o seu
julgamento. Outra figura importante na época da Lei era o Profeta, o
Senhor levantava determinadas pessoas para defender os judeus
oprimidos. Um bom exemplo era a obrigatoriedade de libertar os
escravos e liquidar as contas e/ou empréstimos dos endividados que
muitos reis de Israel se negavam a cumprir, o papel do Profeta era
exigir o cumprimento da Lei do Senhor, onde nem as figuras reais
estavam isentas de obedecer.
Na parte dois da lição,
o autor fala um pouco do governo e da questão do líder e dos
liderados. A figura dos governantes é justamente assegurar o
cumprimento da ordem e do direito. Se eles não fizerem o seu
trabalho, as classes populares podem sair prejudicadas e numa
eleição, por exemplo, o apoio desses grupos são muito importante.
Agora um erro que acontece bastante, inclusive no Brasil, é a troca
de favores. Muitos políticos fazem leis e projetos que favorecem
algumas minorias e elas se acham no dever de retribuir “o favor”,
assim garantindo a permanência dessas figuras no Poder. Isso é
conhecido como populismo e é um ato errôneo e antiético.
Agora quando isso entra
na igreja, o problema é em dobro. Este é o terceiro ponto da lição.
O autor lembra da prática romana na época de Jesus, quando eles
garantiam um “bom relacionamento” com o reinado de Herodes apenas
para ter a submissão do povo e seu controle. Em 313, foi a vez do
imperador Constantino ao se afirmar cristão e legalizar o
cristianismo a religião oficial de Roma, isso causou o casamento
entre a Igreja e o Estado no tempo antigo, que levaria a conhecida
história da igreja católica. Sobre a situação atual, muitos já
sabem como é a prática, os políticos se envolvem nas igrejas,
inclusive evangélicas, procurando a oportunidade de conseguir votos
dos cristãos, e infelizmente algumas igrejas se “vendem” para
esses políticos na busca de algum favor. Para melhor explanação
fique com essa paródia do perigo desse casamento.
Concluímos que é
importante se trabalhar contra a injustiça social, mas isso não
significa que deve ter alguma moeda de troca e que muito menos as
igrejas se envolvam nesses esquemas corruptos e antiéticos, pois
como cristãos devemos mostrar a justiça e sabedoria de Deus nestas
situações sociais.
Então, qual sua
opinião sobre a justiça social? Tem alguma dúvida ou sugestão?
Comente logo abaixo e até a próxima Preview.

Bacana o resumo.
ResponderExcluirCreio que a Igreja 💒 deve manter uma postura imparcial em relação ao Estado.