Olá, hoje temos mais uma resenha das aulas para os jovens na Escola Dominical. Então aperte morfar e bons estudos.
Na quarta lição o
Pastor Esdras Bentho divide o trabalho três partes sendo
desenvolvido a temática sobre amigos e amizade. A aula vai abordar
assuntos como: conceito bíblico para amigos, exemplos práticos,
equívocos, formas e tipos de amizades, e por fim, amizades na esfera
virtual.
No primeiro ponto o
autor inicia o trabalho falando como a Bíblia desenvolve o assunto
“amigos”, ela não é sistemática quando se trata do tema, porém
é fácil encontrar referências no Sagrado Livro. Para esclarecer
essa argumentação o Pastor apresenta um conceito sobre amigos
utilizando paramentos bíblicos. Veja o quadro.
O termo hebraico mais comum é
rea, que designa desde um amigo íntimo, companheiro, até
um vizinho ou próximo. O vocábulo grego que corresponde ao
anterior é hetairos, isto é, amigo, companheiro ou
camarada. Deste modo, nas línguas bíblicas, refere-se a qualquer
pessoa amiga ou conhecida ao acaso. Mais especificamente, um amigo
é uma pessoa a qual desfrutamos de amizade, companheirismo,
confiança e afeição recíprocos. A amizade, por conseguinte, é
o sentimento afetuoso que existe entre as pessoas que se chamam de
amigos.
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Continuando o tópico,
em seguida o comentarista cita alguns exemplos de amizade na Bíblia
que seguem o padrão afirmado em 1 Samuel 18.1-6 (amigos mais
chegados que irmãos). Veja o quadro.
Davi e Jônatas
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Ambos encontraram um no outro a
confiança, amizade e afeição que lhes faltavam no seio
familiar. Jônatas era um amigo desinteressado, fraterno, generoso
e fiel. Davi, por sua vez, retribuiu a amizade de Jônatas sendo
misericordioso com seus descendentes após a morte do amigo.
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Noemi e Rute
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Ambas passaram por muitas
adversidades, tornando Provérbios 17.17 uma realidade em suas
vidas. Ainda hoje, o voto de Rute é uma das mais belas pérolas
da literatura. A amizade iniciou na adversidade, acompanhou-as
durante a vida, e as coroou de êxito no fim da história.
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Paulo e Epafrodito
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O modo afetuoso pelo qual Paulo
se refere ao amigo traduz a profunda amizade entre eles.
Epafrodito estava disposto, se necessário, a morrer a favor de
Paulo. Como ignorar tal amizade?
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Por fim ele esclarece
alguns equívocos que surgem quando o assunto é amizade verdadeira
na Bíblia. Primeiramente a lei judaica tinha regras muito severas
sobre o adultério – no caso do Rei Davi – se fosse assim, porque
ela seria favorável sobre um relacionamento homossexual? Dessa
maneira, amizade de Davi e Jônatas não tinha nada que representasse
algo além do amor fraterno. E segundo o termo hebraico utilizado
para descrever a amizade dos personagens significa simplesmente
fraternidade. Para melhor entendimento, veja o quadro.
É importante observar o que a
Bíblia afirma: “a alma de Jônatas se ligou (qãshar)
com a alma de Davi” (1 Sm 18.1). O termo hebraico, que significa
“atar, ligar, amarrar, conspirar”, é o mesmo para se referir
ao amor de Jacó por Benjamim, ou a união entre pessoas para
conspirar contra outra. Deste modo, no primeiro caso, a expressão
denota “amarrar-se inseparavelmente por laços de amor fraterno”
e descreve o mais puro, significativo e sincero sentimento
fraterno que alguém possa nutrir pelo seu próximo. É uma
aliança de amor semelhante aos laços fraternais que unem um pai
ao seu filho por toda vida.
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No segundo tópico o
Pastor descreve como uma amizade é formada e assim surgindo das mais
simples coisas. Veja o quadro.
Ela surge sem que as pessoas
premeditem uma aliança duradoura, e cresce à medida que
afinidades, interesses e pontos comuns manifestam-se ao longo do
relacionamento. A prova da maturação da amizade ou início de um
profundo companheirismo pode ocorrer nos momentos de infortúnios
ou adversidades, quando então se distingue os verdadeiros amigos
dos outros. (…) Deste modo, apoiar um amigo ou conhecido na
adversidade pode evoluir para uma relação madura, até mesmo
superando a dos laços familiares. Todavia, vários fatores
determinam os tipos e a evolução das amizades: afeição, apoio,
similaridades, confidência, traços de personalidade, frequência
de contato, entre outros.
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Porém o Pr. Bentho
alerta sobre os perigos dos invejosos que se alegram em destruir
amizades sinceras e que ambos os amigos devem cuidar deste
relacionamento da mesma forma e maneira, pois amizades genuínas são
tão lindas quanto o ouro e joias preciosas, porém sempre existe
aqueles que querem roubar e invejar, então tenha cuidado. E no final
o comentarista dialoga sobre a forma correta de ser relacionar com
amigos. Veja o quadro.
A Bíblia traz várias
orientações quanto à manutenção, preservação e seleção de
amigos: não se inoportuno, não abandonar na adversidade, ser
conselheiro, evitar as más companhias, escolher as boas
companhias e ser fiel ao Senhor. (…) É difícil encontrar bons
amigos e desfrutar de sinceras amizades no contexto fútil das
relações humanas modernas. Todavia, não é raro achar um
verdadeiro amigo e, quando encontrá-lo, preserve-o.
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E na última sessão da
aula, o Pastor aborda um pouco da atualidade, do uso das tecnologias,
de como os padrões mudaram com o uso de equipamentos eletrônicos e
suas ferramentas e aplicativos. Devido as redes sociais muitos
confundem na amizade a quantidade e a qualidade, sendo que ambos são
diferentes, e nem sempre ter muito significa satisfação. Outro
ponto é que os relacionamentos devem ser cultivados e cuidados, a
internet aproxima amigos distantes, porém afasta os próximos, isto
deve ser equilibrado e sempre preservar a solidez nas amizades. E
finalizando, a igreja além de um local para adoração e exaltação
ao Senhor é um ótimo lugar para encontrar amigos e formar amizades
saudáveis e duradouras, e além de tudo, qual melhor amigo senão
Cristo? #JesuséamigocomAmaíusculo.
Concluímos, que se
relacionar com amigos é sempre importante e necessário para nossa
vida social e espiritual, mas tenha cuidado com os invejosos e com os
falsos amigos que muitas vezes nos cercam, e lembre-se: ainda maior e
melhor é ter o Senhor como verdadeiro Amigo. Ele jamais decepciona,
jamais abandona. É o verdadeiro amigo.

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