sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Preview - Relacionamento no ambiente de trabalho


Ola, hoje trazemos mais uma resenha das Lições Bíblicas para os jovens. Então aperte morfar e bons estudos.

Na terceira aula do trimestre o Pr. Esdras Bentho divide o estudo em três partes sendo levantado alguns pontos, entre eles, a indústria e o trabalho, perspectivas bíblicas, a realidade no NT, ambiente de trabalho e relacionamento com colegas e chefes ou superiores.

Na primeira parte o Pastor descreve sobre o relacionamento com o trabalho mostrando a importância da atividade profissional na vida do indivíduo, como mecanismo de produção de bens de consumo e estimulo ou satisfação em “buscar pela felicidade”, além do progresso da civilização. Olhando por esse ponto, o trabalho parece um castigo imposto por Deus para os homens, porém o autor explica que é totalmente o contrário, veja o quadro.

Todavia na ótica bíblica, o trabalho realizado pelo homem reflete o exemplo do próprio Deus e a efetivação do mandato dEle. No hebraico, o termo usado para descrever a “obra” ou o “trabalho” de Deus (mela'khto) em Gênesis 2.2 é o mesmo para falar do “serviço” ou “trabalho” de José. O homem trabalhava no paraíso com um propósito específico: “lavrar e o guardar”. O trabalho, portanto, é um meio de o ser humano desenvolver sua criatividade, potencialidade, transformar o mundo em cultura (“lavrar e guardar”) e realizar-se como humano, na plena efetivação da imagem de Deus ao homem.

Dessa forma o homem compreendeu a importância do trabalho pelo intermédio do exemplo de Deus perante suas criação. Para essa encerrar o autor expressa um pouco da situação profissional eminente no NT esboçando alguns exemplos como de Jesus, dos apóstolos, de Paulo e de Timóteo. E sobre isso, o comentarista lembrou de fatos envolvendo alguns cristãos que saíram de seus empregos acreditando que Jesus voltaria logo, e outros que usavam o evangelho como fonte de lucratividade e assim evitando o trabalho braçal.

No segundo tópico o comentarista fala do ambiente de trabalho, como ele pode afetar positivamente ou negativamente a produção do trabalhador e consequentemente o andamento da empresa. Veja o tabela.

Ambiente de trabalho saudável
Independente de qual seja a profissão e o lugar de trabalho, a pessoa passa mais tempo com os demais profissionais do que com a própria família. Isto é suficiente para que cada profissional se dedique a cultivar um ambiente de trabalho saudável, onde seja possível a valorização do indivíduo, o respeito às diferenças, e a solidariedade. A má qualidade no ambiente de trabalho é responsável por muitos problemas: exclusão, isolamento, individualismo, desmotivações e improdutividade.
Construindo ambientes saudáveis
Ele é construído na relação cotidiana dos profissionais que não poucas vezes, esbarram nos valores e interesses do outro que são diferentes dos seus e, às vezes, da própria empresa. Todavia é necessário desenvolver uma relação de confiança, respeito, cooperação, cordialidade, imparcialidade e solidariedade, sempre respeitando a dignidade alheia e as diferenças.
Lidando com os conflitos
É preciso que haja maturidade, paciência, compreensão e rapidez das partes para resolver os conflitos, uma vez que eles provocam rusgas nos relacionamentos e geram sentimentos negativos e prejudiciais, tanto para o profissional quanto para a organização. As diferenças estarão sempre presentes em qualquer ambiente de trabalho, os desacordos também. Não são necessariamente as diferenças e os desacordos que afetam a harmonia no trabalho, mas como o profissional lida nessas e com essas situações. A postura, o tom de voz, o modo de falar e de se comportar devem refletir segurança e maturidade quando tais situações surgirem.

E no último ponto o Pastor Esdras dialoga sobre a questão mais problemática envolvendo relacionamentos no espaço de trabalho: a convivências com chefes e/ou superiores. Para tanto é necessário o trabalhador buscar sempre um relacionamento equilibrado com liderança, onde saiba dividir a relação profissional de amizade, além disso, o funcionário deve ser um exemplo como funcionário e cristão. Portanto, sendo diligente, humilde, de comunicação precisa e exercendo seu trabalho com satisfação, e evitando ser um bajulador entre os chefes e os colegas, pois um elogio é sempre bom, mas quando é verdadeiro e quando vem na hora certa, nada de segundas intenções. Outro ponto é ter uma conduta cristã no ambiente do trabalho, agindo com obediência e nunca com rebeldia ou insubordinação, e no caso dos líderes, nunca com ameaças ou retalhações, porque o Senhor não faz acepção de pessoas. E por último, seja compreensível com o chefe incompetente. Procure trabalhar em parceria com ele; não o desonre; não comente as falhas dele com outros; suporte resignado os agravos. Dessa maneira evitar conflitos e problemas futuros que poderão prejudicar o trabalhador, a equipe, e inclusive, a empresa, pois um chefe incompetente coloca um contra o outro, abafa os talentos dos profissionais, além, de ser o responsável pelo mau ambiente de trabalho.

Assim concluímos que o relacionamento no ambiente de trabalho deve ter a presença de Deus sempre, pois a conduta cristã é a melhor forma de construir um espaço criativo, rentável e frutífero numa empresa para os trabalhadores e para os clientes. #DeusNoTrabalhoSempre.

Então curtiu o assunto desta semana? Como esta os seus relacionamentos profissionais? Sugestões e dúvidas comente logo abaixo e até próxima Preview.

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