Ola, hoje
trazemos mais uma resenha das Lições Bíblicas para os jovens.
Então aperte morfar e bons estudos.
Na
terceira aula do trimestre o Pr. Esdras Bentho divide o estudo em
três partes sendo levantado alguns pontos, entre eles, a indústria
e o trabalho, perspectivas bíblicas, a realidade no NT, ambiente de
trabalho e relacionamento com colegas e chefes ou superiores.
Na
primeira parte o Pastor descreve sobre o relacionamento com o
trabalho mostrando a importância da atividade profissional na vida
do indivíduo, como mecanismo de produção de bens de consumo e
estimulo ou satisfação em “buscar pela felicidade”, além do
progresso da civilização. Olhando por esse ponto, o trabalho parece
um castigo imposto por Deus para os homens, porém o autor explica
que é totalmente o contrário, veja o quadro.
Todavia na ótica bíblica, o
trabalho realizado pelo homem reflete o exemplo do próprio Deus e
a efetivação do mandato dEle. No hebraico, o termo usado para
descrever a “obra” ou o “trabalho” de Deus (mela'khto)
em Gênesis 2.2 é o mesmo para falar do “serviço” ou
“trabalho” de José. O homem trabalhava no paraíso com um
propósito específico: “lavrar e o guardar”. O trabalho,
portanto, é um meio de o ser humano desenvolver sua criatividade,
potencialidade, transformar o mundo em cultura (“lavrar e
guardar”) e realizar-se como humano, na plena efetivação da
imagem de Deus ao homem.
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Dessa
forma o homem compreendeu a importância do trabalho pelo intermédio
do exemplo de Deus perante suas criação. Para essa encerrar o autor
expressa um pouco da situação profissional eminente no NT esboçando
alguns exemplos como de Jesus, dos apóstolos, de Paulo e de Timóteo.
E sobre isso, o comentarista lembrou de fatos envolvendo alguns
cristãos que saíram de seus empregos acreditando que Jesus voltaria
logo, e outros que usavam o evangelho como fonte de lucratividade e
assim evitando o trabalho braçal.
No
segundo tópico o comentarista fala do ambiente de trabalho, como ele
pode afetar positivamente ou negativamente a produção do
trabalhador e consequentemente o andamento da empresa. Veja o tabela.
Ambiente de trabalho saudável
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Independente de qual seja a
profissão e o lugar de trabalho, a pessoa passa mais tempo com os
demais profissionais do que com a própria família. Isto é
suficiente para que cada profissional se dedique a cultivar um
ambiente de trabalho saudável, onde seja possível a valorização
do indivíduo, o respeito às diferenças, e a solidariedade. A má
qualidade no ambiente de trabalho é responsável por muitos
problemas: exclusão, isolamento, individualismo, desmotivações
e improdutividade.
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Construindo ambientes saudáveis
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Ele é construído na relação
cotidiana dos profissionais que não poucas vezes, esbarram nos
valores e interesses do outro que são diferentes dos seus e, às
vezes, da própria empresa. Todavia é necessário desenvolver uma
relação de confiança, respeito, cooperação, cordialidade,
imparcialidade e solidariedade, sempre respeitando a dignidade
alheia e as diferenças.
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Lidando com os conflitos
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É preciso que haja maturidade,
paciência, compreensão e rapidez das partes para resolver os
conflitos, uma vez que eles provocam rusgas nos relacionamentos e
geram sentimentos negativos e prejudiciais, tanto para o
profissional quanto para a organização. As diferenças estarão
sempre presentes em qualquer ambiente de trabalho, os desacordos
também. Não são necessariamente as diferenças e os desacordos
que afetam a harmonia no trabalho, mas como o profissional lida
nessas e com essas situações. A postura, o tom de voz, o modo de
falar e de se comportar devem refletir segurança e maturidade
quando tais situações surgirem.
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E no
último ponto o Pastor Esdras dialoga sobre a questão mais
problemática envolvendo relacionamentos no espaço de trabalho: a
convivências com chefes e/ou superiores. Para tanto é necessário o
trabalhador buscar sempre um relacionamento equilibrado com
liderança, onde saiba dividir a relação profissional de amizade,
além disso, o funcionário deve ser um exemplo como funcionário e
cristão. Portanto, sendo diligente, humilde, de comunicação
precisa e exercendo seu trabalho com satisfação, e evitando ser um
bajulador entre os chefes e os colegas, pois um elogio é sempre bom,
mas quando é verdadeiro e quando vem na hora certa, nada de segundas
intenções. Outro ponto é ter uma conduta cristã no ambiente do
trabalho, agindo com obediência e nunca com rebeldia ou
insubordinação, e no caso dos líderes, nunca com ameaças ou
retalhações, porque o Senhor não faz acepção de pessoas. E por
último, seja compreensível com o chefe incompetente. Procure
trabalhar em parceria com ele; não o desonre; não comente as falhas
dele com outros; suporte resignado os agravos. Dessa maneira evitar
conflitos e problemas futuros que poderão prejudicar o trabalhador,
a equipe, e inclusive, a empresa, pois um chefe incompetente coloca
um contra o outro, abafa os talentos dos profissionais, além, de ser
o responsável pelo mau ambiente de trabalho.
Assim
concluímos que o relacionamento no ambiente de trabalho deve ter a
presença de Deus sempre, pois a conduta cristã é a melhor forma de
construir um espaço criativo, rentável e frutífero numa empresa
para os trabalhadores e para os clientes. #DeusNoTrabalhoSempre.
Então
curtiu o assunto desta semana? Como esta os seus relacionamentos
profissionais? Sugestões e dúvidas comente logo abaixo e até
próxima Preview.

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