Olá, estamos na reta
final sobre as lições envolvendo a família. Aperte morfar e bons
estudos.
Na décima aula o
Pastor Reynaldo Odilo trabalha sobre o favoritismo dos pais e os
conflitos internos envolvendo os irmãos. Para tanto, o estudo é
divido em três partes sendo desenvolvido temáticas como: casamento
no senhor, pais com preferências filiais, filhos com cosmovisões
diferentes e muito mais.
No primeiro ponto o
comentarista da uma pincelada na história de Abraão e de seu filho,
Isaque. Tudo que envolveu as duas famílias. Confira.
Pré-história:
aqui é lembrado como Abraão foi escolhido como pai de uma grande
nação, e de como Isaque foi a semente escolhida para que esse
projeto desse início.
Casamento no Senhor:
aqui é lembrado a jornada de Eliezer na busca por uma noiva para o
jovem Isaque, no caso Rebeca. A escolha claro foi feita com base em
muita oração por parte de todos, o patriarca da família, seu
filho, o servo, e até, a futura nora.
História que se
repete: já nesta parte é relatado um comparativo entre
gerações. Assim como Sara foi, Rebeca também era estéril. E
apenas 20 anos depois que se casaram, Isaque e sua esposa é que
tiveram os gêmeos, Esaú e Jacó. Claro, tudo dependeu da
determinação do filho de Abraão em uma campanha de oração que
durou todos esses anos.
No segundo tópico é
relatado os problemas causados pelos favoritismo dos pais por um
filho. Entenda.
Pais com
preferências filiais: Esaú e Jacó eram irmãos gêmeos, gêmeos
bivitelinos, em outras palavras, não eram similar na aparência e
como sabemos nem nos gostos e no comportamento. Sobre isso, os pais
se dividiram em amar um mais que o outro. No caso, Isaque tinha
preferência por Esaú por causa do seu talento para caçar – ele
devia pensar que o filho seria um ótimo sucessor na família – já
Rebeca tinha amor por Jacó, pois diferente do irmão, o filho tinha
“cabeça” para as coisas, principalmente envolvendo o Senhor.
Pronto, a divisão já estava implantada na família do Criador
Filhos com
cosmovisões distintas: como já comentado os irmãos nasceram
juntos, eram gêmeos, mas isso não significava que eram parecidos. E
literalmente Esaú e Jacó não tinham nada em comum, desde a
aparência até os gostos e comportamentos. O gêmeo mais velho era
um “selvagem”, um caçador, porém suas escolhas e condutas não
envolviam em nada o Senhor. Já o gêmeo mais novo era obediente a
sua mãe e nisto, foi ensinado a ter reverência ao Criador. Porém
isso não significa que Deus não aprovou as ações tomadas por Jacó
– vamos falar a verdade, isso tá melhor que uma novela mexicana.
(risos).
Rompimento familiar:
essa parte todos já sabem, Esaú vendeu o seu direito de ser o
primeiro e Jacó não ficou parado e “carimbou” a venda pela
primogenitura por meio da benção de seu pai Isaque. O fim da
história, ou melhor, o resultado da tramoia foi a fuga de Jacó,
pois se ficasse ele seria a próxima caça do seu irmão.
No terceiro e último
ponto da lição é relatado o desfecho final da história envolvendo
os irmãos e as consequências vividas por eles, depois do golpe de
Jacó na família. Veja só.
A fuga: aqui é
retratado os últimos passos da novela envolvendo Esaú e Jacó.
Devido seu golpe contra o seu irmão, Jacó fugiu de casa e foi morar
com os parentes de sua mãe, lá ele sofreu as consequências de seus
atos traiçoeiros. Pelo menos Deus perdoou tudo feito antes e
restituiu a sua vida com riqueza e sua maravilhosa família. Porém,
existia uma coisa ainda a ser feita: se reconciliar com Esaú.
O retorno: mesmo
com todo sucesso obtido na terra dos seus parentes, ali não era o
seu lugar, Deus ordenou Jacó voltar para casa e fazer as pazes com
seu irmão. Mas isso não seria fácil, pois passou muito tempo, será
que a raiva e a dor feita por ele se fechou em Esaú? Só saberia
encontrando seu irmão.
O reencontro: se
passou 20 anos depois que Jacó fugiu com a primogenitura de Esaú e
refez sua vida na terra de seus parentes. No entanto, era necessário
consertar o erro cometido no passado, mas ele estava com medo. O novo
patriarca da família enviou mensageiros para anunciar sua chegada,
porém a resposta a notícia não foi animadora, a solução para
tudo isso foi a intervenção de Deus no conflito entre os gêmeos,
assim o final desta história, foi igual a qualquer novela: eles
viveram felizes para sempre (risos).
Assim, podemos concluir
que a divisão provocada pelo favoritismo é algo altamente perigoso
para a família. Entendemos que um filho pode ser mais talentoso que
outro em algo, mas isso não significa o desprezo para o mesmo. Os
pais devem amar os filhos de forma igual, sendo especial ou não.
#AmorNãodivide_elesoma!
Esta foi a prévia da
próxima lição da Escola Dominical, esperamos que tenha ajudado em
seus estudos e aguardamos você em breve. Lembrando, se tiver dúvidas
ou sugestões comente logo abaixo. Inter!

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