sexta-feira, 3 de junho de 2016

Preview - Aula #10: Quando a divisão se instala na família


Olá, estamos na reta final sobre as lições envolvendo a família. Aperte morfar e bons estudos.

Na décima aula o Pastor Reynaldo Odilo trabalha sobre o favoritismo dos pais e os conflitos internos envolvendo os irmãos. Para tanto, o estudo é divido em três partes sendo desenvolvido temáticas como: casamento no senhor, pais com preferências filiais, filhos com cosmovisões diferentes e muito mais.

No primeiro ponto o comentarista da uma pincelada na história de Abraão e de seu filho, Isaque. Tudo que envolveu as duas famílias. Confira.

Pré-história: aqui é lembrado como Abraão foi escolhido como pai de uma grande nação, e de como Isaque foi a semente escolhida para que esse projeto desse início.

Casamento no Senhor: aqui é lembrado a jornada de Eliezer na busca por uma noiva para o jovem Isaque, no caso Rebeca. A escolha claro foi feita com base em muita oração por parte de todos, o patriarca da família, seu filho, o servo, e até, a futura nora.

História que se repete: já nesta parte é relatado um comparativo entre gerações. Assim como Sara foi, Rebeca também era estéril. E apenas 20 anos depois que se casaram, Isaque e sua esposa é que tiveram os gêmeos, Esaú e Jacó. Claro, tudo dependeu da determinação do filho de Abraão em uma campanha de oração que durou todos esses anos.

No segundo tópico é relatado os problemas causados pelos favoritismo dos pais por um filho. Entenda.

Pais com preferências filiais: Esaú e Jacó eram irmãos gêmeos, gêmeos bivitelinos, em outras palavras, não eram similar na aparência e como sabemos nem nos gostos e no comportamento. Sobre isso, os pais se dividiram em amar um mais que o outro. No caso, Isaque tinha preferência por Esaú por causa do seu talento para caçar – ele devia pensar que o filho seria um ótimo sucessor na família – já Rebeca tinha amor por Jacó, pois diferente do irmão, o filho tinha “cabeça” para as coisas, principalmente envolvendo o Senhor. Pronto, a divisão já estava implantada na família do Criador

Filhos com cosmovisões distintas: como já comentado os irmãos nasceram juntos, eram gêmeos, mas isso não significava que eram parecidos. E literalmente Esaú e Jacó não tinham nada em comum, desde a aparência até os gostos e comportamentos. O gêmeo mais velho era um “selvagem”, um caçador, porém suas escolhas e condutas não envolviam em nada o Senhor. Já o gêmeo mais novo era obediente a sua mãe e nisto, foi ensinado a ter reverência ao Criador. Porém isso não significa que Deus não aprovou as ações tomadas por Jacó – vamos falar a verdade, isso tá melhor que uma novela mexicana. (risos).

Rompimento familiar: essa parte todos já sabem, Esaú vendeu o seu direito de ser o primeiro e Jacó não ficou parado e “carimbou” a venda pela primogenitura por meio da benção de seu pai Isaque. O fim da história, ou melhor, o resultado da tramoia foi a fuga de Jacó, pois se ficasse ele seria a próxima caça do seu irmão.

No terceiro e último ponto da lição é relatado o desfecho final da história envolvendo os irmãos e as consequências vividas por eles, depois do golpe de Jacó na família. Veja só.

A fuga: aqui é retratado os últimos passos da novela envolvendo Esaú e Jacó. Devido seu golpe contra o seu irmão, Jacó fugiu de casa e foi morar com os parentes de sua mãe, lá ele sofreu as consequências de seus atos traiçoeiros. Pelo menos Deus perdoou tudo feito antes e restituiu a sua vida com riqueza e sua maravilhosa família. Porém, existia uma coisa ainda a ser feita: se reconciliar com Esaú.

O retorno: mesmo com todo sucesso obtido na terra dos seus parentes, ali não era o seu lugar, Deus ordenou Jacó voltar para casa e fazer as pazes com seu irmão. Mas isso não seria fácil, pois passou muito tempo, será que a raiva e a dor feita por ele se fechou em Esaú? Só saberia encontrando seu irmão.

O reencontro: se passou 20 anos depois que Jacó fugiu com a primogenitura de Esaú e refez sua vida na terra de seus parentes. No entanto, era necessário consertar o erro cometido no passado, mas ele estava com medo. O novo patriarca da família enviou mensageiros para anunciar sua chegada, porém a resposta a notícia não foi animadora, a solução para tudo isso foi a intervenção de Deus no conflito entre os gêmeos, assim o final desta história, foi igual a qualquer novela: eles viveram felizes para sempre (risos).

Assim, podemos concluir que a divisão provocada pelo favoritismo é algo altamente perigoso para a família. Entendemos que um filho pode ser mais talentoso que outro em algo, mas isso não significa o desprezo para o mesmo. Os pais devem amar os filhos de forma igual, sendo especial ou não. #AmorNãodivide_elesoma!

Esta foi a prévia da próxima lição da Escola Dominical, esperamos que tenha ajudado em seus estudos e aguardamos você em breve. Lembrando, se tiver dúvidas ou sugestões comente logo abaixo. Inter!

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