Olá, hoje temos a prévia de mais uma lição bíblica que será aplicada na Escola Dominical. Então aperte morfar e bons estudos.
A aula corresponde a 11º lição e ela é separada em três tópicos. O autor fala desta vez sobre fama, notoriedade, mídia, programação evangélica, e por último, como a igreja deve agir em meio a esse assunto.
No primeiro ponto da
didática, o comentarista discorre sobre João Batista e Jesus na
questão envolvendo fama e declínio, porém levando de forma
metafórica, pois esses parâmetros não são iguais aos analisados
nos dias atuais. Em seguida, o autor nos lembra sobre o nascimento da
igreja no livro de Atos e como ela ganhou notoriedade entre o povo
judeu e gentio, principalmente porque contia 4 pilares que sustentava
os congregados: doutrina, comunhão, partilha e espiritualidade. E no
final do tópico, ele fala de Tiago ao lembrar sobre Elias, um homem
de Deus, mas um homem como qualquer outro. Isso reflete sobre a
igreja que não é perfeita e tem os seus problemas, contudo deve
sempre lembrar e cumprir sua missão como propagadora da Palavra do
Senhor.
Na segunda sessão, o
comentarista se volta um pouco para atualidade falando a respeito da
mídia, primeiramente como mecanismo de divulgação e de influência
entre as pessoas. Depois ele esboça como a igreja descobriu ou
quando ela começou a usar os principais meios de comunicação
tradicionais. Veja a tabela.
Impresso
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É utilizada desde o surgimento da igreja
evangélica brasileira.
|
Rádio
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Há mais de 60 anos as igrejas começaram a
usar o meio de comunicação.
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Televisão (TV)
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Ela ganhou espaço em seguida, 20 anos depois
do rádio.
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E no final, ele
expressa sua preocupação sobre a qualidade da programação voltada
ou feita por evangélicos, pois para garantir a audiência e até a
permanência do programa muitos usam recursos ou convidados
não-cristãos para conquistar o fim almejado que é simplesmente
“ibope”.
No último tópico, o
autor esboça como a igreja pode usar a mídia a favor da Palavra e
de forma sábia e prudente. Primeiramente, ele expressa sobre a
igreja de Tessalônica, como ela era famosa naquela época, porém
por motivos corretos e sensatos, e lembra que os cristãos são
vistos por todos e que as ações realizadas são interpretada de
forma positiva ou negativa dependendo de como são executadas na
sociedade. Logo após, ele discorre sobre o perigo e o cuidado ao
utilizar a mídia como forma de evangelismo, para tanto ele traz o
trecho de uma entrevista que exemplifica o assunto. Veja o quadro.
“Sob o aspecto do 'Ide' de Jesus, é
interessante que procuremos o maior número possível de caminhos
para a divulgação de sua mensagem salvadora, mas sem precisar
'inventar' milagres ou usar o Evangelho para fazer
sensacionalismo. Sabemos que Jesus Cristo cura enfermos,
transforma vidas, expulsa demônios, mas a sua principal mensagem
é que Ele salva e perdoa pecados. O próprio Jesus, quando
operava algum milagre, orientava para que não houvesse
divulgação. Isso quer dizer que as pessoas devem se sentir
atraídas não pelo sensacionalismo evangélico, que às vezes
temos visto em programas de televisão, mas pelo poder da mensagem
da Palavra de Deus.”
José Wellington Costa Júnior –
Papel da mídia evangélica
Mensageiro da Paz, novembro
de 2004.
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E terminando, o autor
faz um questionamento, se o Evangelho deve ser pregado por meio da
mídia. Ele responde afirmando que sim, porém levantando alguns
pontos importantes como: estamos lidando com vidas e não com um
negócio inanimado e frio, e que não devemos envergonhar o nome de
Cristo durante nossas apresentações dizendo coisas erradas e fora
do contexto bíblico.
No final, é concluído
que “utilizar a mídia para pregar o Evangelho não é uma questão
de sobrevivência, pois quem sustenta a Igreja é o Senhor Jesus
Cristo (Mateus 16.18)”. E que ela é apenas uma ferramenta
estratégica e facilitadora para a promoção da Palavra de Deus,
porém tudo deve glorificar – primeiramente e principalmente – ao
nome do Senhor.
Então esta foi a
Preview de hoje, o que achou do assunto? Sugestões e dúvidas,
comente logo a abaixo e até a próxima.

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