Olá, hoje trazemos a
resenha da segunda aula do trimestre na classe dos jovens. Então
aperte morfar e bons estudos.
Na lição desta semana
o Pr. Esdras Bentho divide em três partes, sendo debatido assuntos
importante que envolvem o relacionamento numa família, entre eles, o
propósito de Deus, obediência, cuidado, regras de convivência e
atitudes certas em uma conversa familiar.
No primeiro tópico o
autor do estudo começa discorrendo sobre o ideal da família
abordando três pontos interessantes. Veja a tabela.
O Propósito de Deus
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Deus vira que não era bom que o
homem estivesse só, e, por isso, criou-lhe a família. A solidão
é um agravo à saúde psicofísica da criatura humana e, por mais
esta razão, o Senhor não deixaria a criatura feita à sua imagem
sem um semelhante para comungar e expressar tudo quanto recebera
da parte de Deus. Homem e mulher, portanto, fazem parte do mesmo
projeto divino e ambos são responsáveis pela harmonia familiar,
desenvolvimento da afetividade e crescimento pessoal.
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O pecado
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O pecado é uma ofensa contra
Deus, e o próximo. Ele afasta as pessoas tanto de Deus como do
outro. […] O medo segundo Gênesis, é produto do pecado, ou
melhor, da perda da comunhão com Deus. Não há medo quando o
crente está na relação certa com o Criador! […] O medo não
existia antes da Queda, mas assumiu o controle das emoções
humanas quando a criatura fora suficientemente corajosa para
desobedecer o mandamento divino!
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O lar
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O lar pode e deve ser um lugar
onde as bênçãos do Senhor estão presentes. O fundamento para a
felicidade no lar são o temor ao Senhor e a submissão aos seus
mandamentos. Observando deste modo, as realizações pelas quais a
sociedade tanto labuta fluiriam naturalmente no lar: prosperidade
financeira e realização no trabalho, completa realização no
matrimônio e na criação dos filhos; porque assim é abençoado
aquele que teme ao Senhor.
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No segundo ponto da
aula o Pr. Bentho se volta para os filhos, o papel deles dentro da
família que é simplesmente “honra o pai e a mãe” como está
escrito na Bíblia. Veja o significado desta referência na tabela.
Obediência
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Um filho submisso é a alegria
dos pais. Neste aspecto, honrar os pais significa respeitá-los,
obedecê-los e acatar seus conselhos. O mandamento de honrar pai e
mãe é incondicional, imutável e vigente pelo tempo que os pais
viverem. Infelizmente, alguns acham que tornar-se adulto e
contrair matrimônio são ocasiões para livrarem-se dos pais. Em
nenhuma fase da vida a pessoa está livre do cumprimento dessa
ordem.
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Provisão
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O segundo sentido do mandamento é
prover os pais em suas necessidades. Qualquer teoria ou prática
que pretenda desobrigar os filhos dessa responsabilidade contradiz
as Escrituras. De acordo com Jesus, sustentar os pais na velhice
era um mandamento que não poderia ser anulado pela tradição.
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Preservação moral
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O terceiro aspecto do mandamento
é a preservação moral do pais. […] Isto implica em não expor
os pais ao ridículo, divulgar suas fraquezas, debochar da
senilidade dos pais, entre outras. Atente para o conselho de
Provérbios 30.17. lembre-se: “A glória dos filhos sãos seus
pais” (Pv 17.6).
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E no último assunto o
comentarista fala sobre a arte de comunicar dentro da família. O Pr.
Esdras Bentho lembra que a comunicação é uma necessidade natural
do ser humano, porém, ironicamente estabelecer uma conversa com
estranhos – fora do círculo familiar – no trabalho, na escola,
na faculdade e até na igreja é superfácil, mas quando envolve o
campo família a história é outra. Por incrível que pareça, é
cada vez mais difícil pais, mães e filhos terem uma simples
conversa se tornando estranhos dentro da própria casa. Para resolver
este problema, em outras palavras, amenizar os ruídos provocados por
esta falta de diálogo entre os membros, o autor da aula elabora um
quadro com algumas normas gerais para gerar uma conversa entre
família. Veja abaixo.
Normas Gerais
1 – Procure conversar a
respeito daquilo que interessa ao outro;
2 – Seja atencioso ao
seu interlocutor;
3 – Use palavras
educadas e afáveis;
4 – Resista à tentação
de interromper a conversa;
5 – Não atenda as redes
sociais enquanto conversa;
6 – Não ofenda e, se
ofendido, mostre tolerância;
7 – Respeite e não fale
mal dos outros;
8 – Rompa as barreiras
que foram erguidas devido os problemas do passado;
9 – Perdoe e aceite o
perdão de seus parentes. Pai, mãe, irmãos e irmãs são laços
que se estabelecem para sempre;
10 – Frequente as
reuniões e celebrações familiares.
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E por fim, toda
conversa deve ter um começo, então “a mudança para uma
comunicação frutífera na família deve começar por você. Seja o
exemplo!”. Não espere que os outros comecem um diálogo, pois esse
pode demorar – e muito. Faça o seguinte, “diga aos seus pais,
irmãos e irmãs o quanto você ama-os. Tome a iniciativa e crie
oportunidades e ambiente propício à comunicação”. É um bom
começo.
Concluímos que “a
família é o primeiro núcleo social no qual todos os homens são
inseridos. É nela que o indivíduo se descobre diferente do outro,
constrói sua identidade e inicia sua descoberta do mundo e do
mistério da vida”. Então não despreze o presente dando por Deus
que é a família, pois você é sortudo por demais, porque há muito
que não sabem e/ou talvez nem poderão saber o verdadeiro sentido de
estar em família. #AmeSuaFamília.
Então curtiu o assunto
da aula da Escola Dominical? Sugestões ou dúvidas comente logo
abaixo e até a próxima Preview.

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