Olá, continuamos nossa jornada pela carta de Paulo aos romanos. Confira o que nos reserva na próxima lição da Escola Dominical. Então aperte morfar e bons estudos.
Estamos agora na quinta
aula sobre a carta de romanos escrita pelo apóstolo Paulo, desta vez
o Pastor Natalino das Neves foca num assunto interessante e talvez
central do documento: a justificação pela fé. Para tanto, a lição
é composta por três partes, sendo estudado temas como: a doutrina
da justificação, jesus e a justificação, a justiça dos homens, a
santificação, a justificação de Abraão e muito mais.
No primeiro tópico, o
comentarista trabalha sobre a doutrina da justificação pela fé.
Primeiramente o Pastor Natalino explica o que se trata a doutrina,
que segundo ele, o apóstolo Paulo utiliza o termo para
contra-argumentar as tradições dos judeus que insistem em serem
aplicadas mesmo após se tornarem cristãos. Basicamente a
justificação é o perdão atribuído a Deus sobre os homens, quando
estes se arrependem dos seus pecados e escolhem uma vida mais
santa/correta e justa, sendo liberto de qualquer acusação
envolvendo seu passado pecaminoso. Em seguida o Pastor explica o
valor como prova “forense” para a justificação, em outras
palavras, quem for cristão e e continuou vivendo como tal, quando
houve o tribunal nos céus, o sangue de Jesus que foi derramado em
seu sacrifício será a maior prova/álibi de sua inocência perante
os pecados “passados”. E por fim, Jesus e a justificação, Paulo
ao escrever a sua carta exemplifica e afirma que o Filho de Deus foi
a prova viva da justificação tanto no seu modo de viver, quanto em
seus ensinamentos (parábolas). Pra confirmar é só lembrar do
ladrão que foi perdoado e salvo, enquanto morria juntamente com
Cristo na cruz.
No segundo ponto do
estudo, o autor do lição aborda sobre os problemas/insuficiência
que a Lei tem perante a justificação. Neste caso, a justiça do
homem não é nada sobre a justificação Deus pela fé, pois nada
que o homem possa fazer vai redimi-lo dos seus erros cometidos
anteriormente, isto só acontece quando o Pai entra na vida deste
sujeito e com isso o verdadeiro perdão e justiça é aplicada no
indivíduo, provocando uma mudança por dentro e por fora. Para
melhor entendimento sobre o valor superior da justificação o
apóstolo Paulo relembra uma das parábolas de Jesus que trata
exatamente o assunto: a parábola do fariseu e o publicano. Veja o
quadro.
A alguns que confiavam em sua própria justiça
e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola:
"Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano. O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano. Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’. "Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’. "Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado". Lucas 18:9-14 (NVI) |
Para terminar o tópico,
o Pastor explica a diferença entre justificação e santificação,
onde muitos erram, confundem ou trocam os seus sentidos até nos
tempos de hoje. Resumindo a justificação é o ato de perdão que
todos recebem quando aceitam a salvação por Jesus, significando a
libertação do seu fardo pesado (pecados outrora cometidos) e a
santificação é o ato de manutenção da justificação, em outras
palavras, sendo santo dia após dia até a volta de Cristo.
No último ponto da
lição, o Pastor fala de Abraão. Na carta ao Romanos Paulo quando
descreve sobre a justificação, ele utiliza o exemplo de Abraão –
o pai de todos no caso dos judeus – fazendo menção da referência
em Gênesis 15.6, tudo para provar que o personagem não foi salvo
pela circuncisão, mas pela justificação. O motivo é porque na
época de Abraão a tradição judaica ainda não existia, e por essa
razão Deus perdoou o patriarca da nação pela simples justificação
de fé.
Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado
como justiça.
Gênesis 15:6 (NVI)
Destina-se esta felicidade apenas aos
circuncisos ou também aos incircuncisos? Já dissemos que, no
caso de Abraão, a fé lhe foi creditada como justiça.
Sob quais circunstâncias? Antes ou depois de ter sido circuncidado? Não foi depois, mas antes! Assim ele recebeu a circuncisão como sinal, como selo da justiça que ele tinha pela fé, quando ainda não fora circuncidado. Portanto, ele é o pai de todos os que crêem, sem terem sido circuncidados, a fim de que a justiça fosse creditada também a eles; e é igualmente o pai dos circuncisos que não somente são circuncisos, mas também andam nos passos da fé que teve nosso pai Abraão antes de passar pela circuncisão. Romanos 4:9-12 (NVI) |
Concluímos que a
justificação é algo, valido e importante para todos nós, e que
nenhum ato ou ação humana tem significado maior que a
justificação: o sacrifício de Jesus para nossa remissão e perdão
de nosso fardo. #JustificaçãoMAISsantificaçãoIGUALvidaeterna.
Assim chegamos ao final
de mais uma Preview e queremos te ver na próxima. Dúvidas ou
sugestões comente logo abaixo e até mais.

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