sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Preview - A justificação pela fé


Olá, continuamos nossa jornada pela carta de Paulo aos romanos. Confira o que nos reserva na próxima lição da Escola Dominical. Então aperte morfar e bons estudos.

Estamos agora na quinta aula sobre a carta de romanos escrita pelo apóstolo Paulo, desta vez o Pastor Natalino das Neves foca num assunto interessante e talvez central do documento: a justificação pela fé. Para tanto, a lição é composta por três partes, sendo estudado temas como: a doutrina da justificação, jesus e a justificação, a justiça dos homens, a santificação, a justificação de Abraão e muito mais.

No primeiro tópico, o comentarista trabalha sobre a doutrina da justificação pela fé. Primeiramente o Pastor Natalino explica o que se trata a doutrina, que segundo ele, o apóstolo Paulo utiliza o termo para contra-argumentar as tradições dos judeus que insistem em serem aplicadas mesmo após se tornarem cristãos. Basicamente a justificação é o perdão atribuído a Deus sobre os homens, quando estes se arrependem dos seus pecados e escolhem uma vida mais santa/correta e justa, sendo liberto de qualquer acusação envolvendo seu passado pecaminoso. Em seguida o Pastor explica o valor como prova “forense” para a justificação, em outras palavras, quem for cristão e e continuou vivendo como tal, quando houve o tribunal nos céus, o sangue de Jesus que foi derramado em seu sacrifício será a maior prova/álibi de sua inocência perante os pecados “passados”. E por fim, Jesus e a justificação, Paulo ao escrever a sua carta exemplifica e afirma que o Filho de Deus foi a prova viva da justificação tanto no seu modo de viver, quanto em seus ensinamentos (parábolas). Pra confirmar é só lembrar do ladrão que foi perdoado e salvo, enquanto morria juntamente com Cristo na cruz.

No segundo ponto do estudo, o autor do lição aborda sobre os problemas/insuficiência que a Lei tem perante a justificação. Neste caso, a justiça do homem não é nada sobre a justificação Deus pela fé, pois nada que o homem possa fazer vai redimi-lo dos seus erros cometidos anteriormente, isto só acontece quando o Pai entra na vida deste sujeito e com isso o verdadeiro perdão e justiça é aplicada no indivíduo, provocando uma mudança por dentro e por fora. Para melhor entendimento sobre o valor superior da justificação o apóstolo Paulo relembra uma das parábolas de Jesus que trata exatamente o assunto: a parábola do fariseu e o publicano. Veja o quadro.

A alguns que confiavam em sua própria justiça e desprezavam os outros, Jesus contou esta parábola:
"Dois homens subiram ao templo para orar; um era fariseu e o outro, publicano.
O fariseu, em pé, orava no íntimo: ‘Deus, eu te agradeço porque não sou como os outros homens: ladrões, corruptos, adúlteros; nem mesmo como este publicano.
Jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho’.
"Mas o publicano ficou à distância. Ele nem ousava olhar para o céu, mas batendo no peito, dizia: ‘Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador’.
"Eu lhes digo que este homem, e não o outro, foi para casa justificado diante de Deus. Pois quem se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado".
Lucas 18:9-14 (NVI)

Para terminar o tópico, o Pastor explica a diferença entre justificação e santificação, onde muitos erram, confundem ou trocam os seus sentidos até nos tempos de hoje. Resumindo a justificação é o ato de perdão que todos recebem quando aceitam a salvação por Jesus, significando a libertação do seu fardo pesado (pecados outrora cometidos) e a santificação é o ato de manutenção da justificação, em outras palavras, sendo santo dia após dia até a volta de Cristo.

No último ponto da lição, o Pastor fala de Abraão. Na carta ao Romanos Paulo quando descreve sobre a justificação, ele utiliza o exemplo de Abraão – o pai de todos no caso dos judeus – fazendo menção da referência em Gênesis 15.6, tudo para provar que o personagem não foi salvo pela circuncisão, mas pela justificação. O motivo é porque na época de Abraão a tradição judaica ainda não existia, e por essa razão Deus perdoou o patriarca da nação pela simples justificação de fé.

Abrão creu no Senhor, e isso lhe foi creditado como justiça.
Gênesis 15:6 (NVI)

Destina-se esta felicidade apenas aos circuncisos ou também aos incircuncisos? Já dissemos que, no caso de Abraão, a fé lhe foi creditada como justiça.
Sob quais circunstâncias? Antes ou depois de ter sido circuncidado? Não foi depois, mas antes!
Assim ele recebeu a circuncisão como sinal, como selo da justiça que ele tinha pela fé, quando ainda não fora circuncidado. Portanto, ele é o pai de todos os que crêem, sem terem sido circuncidados, a fim de que a justiça fosse creditada também a eles;
e é igualmente o pai dos circuncisos que não somente são circuncisos, mas também andam nos passos da fé que teve nosso pai Abraão antes de passar pela circuncisão.
Romanos 4:9-12 (NVI)

Concluímos que a justificação é algo, valido e importante para todos nós, e que nenhum ato ou ação humana tem significado maior que a justificação: o sacrifício de Jesus para nossa remissão e perdão de nosso fardo. #JustificaçãoMAISsantificaçãoIGUALvidaeterna.

Assim chegamos ao final de mais uma Preview e queremos te ver na próxima. Dúvidas ou sugestões comente logo abaixo e até mais.

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