Olá, é pós feriado e
vamos conversar sobre algo um tanto polêmico – na verdade, nem
tanto –, será que as pessoas tem noção o que é um tabu? Aperte
morfar e vamos bater um papo.
Para começar
precisamos compreender a profundidade que um “tabu” pode exercer,
em outras palavras, é necessário entender o seu significado, assim
poderemos seguir viagem. Veja o quadro.
Ação, um objeto, uma pessoa ou um lugar
proibidos por uma lei ou cultura. A palavra tabu vem da palavra
polinésia tapu, que significa algo sagrado, especial,
perigoso ou pouco limpo. Muitas sociedades acreditam que se uma
pessoa for a um lugar tabu ou tocar em um objeto tabu, sofrerá
sérios danos. Além disso, a sociedade poderá puni-la
severamente ou considerá-la um tabu. Os objetos ou pessoas
sagrados são tabus porque supostamente têm uma força misteriosa
que lhes permite ferir ou matar uma pessoa. Objetos pouco limpos
são tabus porque supostamente trazem o mal a uma pessoa ou a um
grupo.
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Dessa maneira, a
expressão “tabu” tinha a simples finalidade de defender um ato
preconceituoso ou até julgativo dependendo do objeto ou sujeito
avaliado. Sobre isso, não vamos abordar assuntos específicos que
sejam exatamente um tabu, mas buscar um pequeno paradoxo sobre o
mesmo.
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Neste caso, o tabu vem
sofrendo alteração perante a sociedade através dos anos, por
exemplo, anos atrás – época dos nossos avos e pais –, a
televisão e o rádio eram objetos do demônios – na visão dos
crentes daquele período - e os cristãos que tinham os aparelhos em
suas casas sofriam duras crítica na e pela igreja. Sexo, roupas,
poder de voz e direitos (no caso das mulheres) eram outros “assuntos
que não se comentava abertamente”. Com o tempo alguns tabus foram
sumindo e outros entrando no lugar.
Atualmente, a internet
e os aparelhos eletrônicos como celulares, computadores,
micro-ondas, tablet são visto como tabu, principalmente sobre nossos
pais, pois muitos não tem acesso – conhecimento prático – ou se
negam ao usar. Um fato de curiosidade é sobre sexo, o mesmo não é
considerado tabu – não como antes – porém ele não é aberto
para conversa e diálogo entre as pessoas, independente os grupos
sociais ou etários. No entanto, essa barreira vem sendo quebrada,
porque a desinformação é mais perigosa do que o preconceito –
ninguém que ser pai na adolescência ou pegar algum DST, ou pior,
AIDS.
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Na realidade da igreja
atual, os assuntos envolvendo tecnologia, sexo, droga, orientação
sexual e até costumes e doutrinas são tratados como “temas não
aberto a conversa” entre os cristãos. A intenção é boa, porém
nem tudo é bonito, pois voltamos a dizer que a falta de informação
provoca nas pessoas a formação errada de opinião, assim gerando
julgamentos e preconceitos exagerados sobre algo ou alguém.
Por fim, queremos dizer
que o “tabu” nunca vai deixar de existe na Terra – pelo menos
enquanto Jesus não voltar – assim não tem como fugir de certos
julgamentos e/ou atos de ignorância das pessoas, no entanto, devemos
sempre avaliar se algo é prejudicial ou não para nossa vida cristã
e não evitar, mas proceder com sabedoria e inteligência – sem
preconceito – quando os assuntos são delicados para as outras
pessoas. Assim teremos uma sociedade menos cheia de julgamento e/ou
tabu. #ConhecimentoVStabu
Este foi nosso Morphin
da vez, esperamos você na próxima. Não esqueça, dúvidas ou
sugestões comente logo abaixo. Inter!



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