Olá, nossa equipe foi
conferir o polêmico filme do mercenário tagarela. Aperte morfar e
confira a resenha.
Roteiro: Rhett
Reese e Paul Warnick conseguiram levar dos quadrinhos para o cinema o
personagem Deadpool, mas dessa vez caracterizado fielmente ao produto
original, então sendo o verdadeiro mercenário tagarela, sarcástico,
insano e completamente – pra não dizer totalmente – zoeiro.
Assim revertendo a situação deixada pelo Estúdio Fox no filme
X-men: origens – Wolverine, que descaracterizou num todo o
personagem conhecido pelo fãs da Editora Marvel e do “Dead”. Por
fim, num se sabe dizer se o roteiro se enquadra no personagem
perfeitamente ou se é o Deadpool que se enquadra perfeitamente no
roteiro, pois a história tem de tudo, loucuras e polêmica –
coisas naturais nos quadrinhos do mercenário – por tanto, fazendo
o filme ser considerado o longa mais fiel da Marvel.
Produção: Com
direção de Tim Miller, as cenas foram feitas captando o máximo do
anti-herói com suas zoeiras, loucuras e coisas que não podem ser
comentadas por aqui – porque seria spoiler (risos) – O diretor
deixou um filme de origem atrativo e emocionante, pois além de cenas
de humor negro e “coisinhas” à mais, o longa apresenta ao
público inúmeras cenas de ação, com artes marciais, tiros, motos
e muita exibição de poderes. Porém o ponto alto é a enxurrada de
referências que o filme entrega ao público desde os créditos
iniciais até a cena pós crédito – isto mesmo que leu, o longa
tem cena pós crédito, tomará que você não tenha saído antes –
E o último detalhe, o diretor não esqueceu a marca do mercenário a
quebra da Quarta Parede – falar diretamente com o público – ao
ponto de entregar cenas engraçadas e com verdadeiros memes a quem
foi confira o herói, ops, anti-herói no cinema.
Personagem: Se
tratando de um filme de origem a história é um tanto simples
apresentando como o “herói” conseguiu seus poderes e quais são
suas motivações e levaram a trilhar o seu caminho – no caso do
“Dead”, tropeçar.
No lado dos mocinhos
temos Wilson Wade (Ryan Reynold), um ex-militar que virou mercenário,
ao ponto de ajudar outras pessoas – um bom samaritano, mas não tão
samaritano – tinha a vida perfeita com sua namorada Vanessa (Morena
Baccarin) e pretendia casar com ela, mas tudo deu errado e vocês
sabem que levou ao Deadpool. Enquanto era simplesmente um agente de
aluguel, Weasel (TJ Miller) além de passar as tarefas para Wade e
tocar um bar – base secreta dos mercenários (spoiler, ops!!!) –
era o melhor, é talvez, único amigo do futuro mercenário tagarela.
Por fim temos o crossover com os X-men, pelo menos parte deles – na
verdade com apenas dois – Colossus (Andre Tricoteux) e Míssil
(Brianna Hildebrand) são o lado heroico e certinho do filme. O
mutante russo é um velho conhecido do “Dead” tentando alista-lo
para o Instituto Xavier e a adolescente explosiva, além de recruta
de Colossus é literalmente explosiva e rebelde – algo normal para
a fase.
Não podemos esquecer
da Blind Al, a cega (Leslie Uggams), uma velhinha muito simpática e
gentil, mas terrivelmente zoeira – só perde para o “Dead” –
Ela é literalmente o alívio cômico do filme, fora claro o
mercenário tagarela que faz isso apenas para ser irônico, e claro,
icônico.
Já que tem mocinhos,
agora vem os vilões. Ajax (Ed Skrein), um cara frio e calculista,
sem nenhum sentimento – na verdade, ele não sente nada, como
mutante ele não sente suas tenções nervosas, em outras palavras,
num sente calor, frio ou dor – e odeia ser chamado pelo verdadeiro
nome: assista o filme e descubra qual é. Pó de Anjo (Gina Carano),
outra mutante, braço direito senão dizer o corpo inteiro de Ajax. A
personagem é um verdadeiro tanque capaz de enfrentar Colossus de
igual. Agente Smith, ele passou rápido pelo filme, mas basicamente é
o cara que alista o pessoal para o programa que tornou Wade em
Deadpool – que lindo isso – depois disso, ele não teve nenhuma
importância.
Sem honrarias, mas
merecendo seu destaque no grupo dos vilões, o câncer. Ele foi o
responsável pelo Wilson Wade escolher participar do programa que o
transformou no mercenário tagarela – alguns o classificariam como
herói (é cada ideia) – a doença atacou quase todos os órgãos
vitais do personagem, ele se tornou literalmente uma bomba ambulante.
Se não fosse o fator de cura, o personagem já tinha morrido antes
mesmo de nascer – no caso o Deadpool. #DeadVenceuOcâncer.
Considerações
finais: Deadpool é mais um filme da Marvel para o cinema, mas
ele não é “mais um”, pois o estúdio conseguiu traze-lo
fielmente dos quadrinhos com toda a sua insanidade e seu lado
sarcástico. Em outras palavras, o filme é ótimo para assistir e
vale a pena, pois fora toda loucura do personagem, o longa é
recheado de ação, aventura, lutas e perseguições – a zoeira nem
se fala – porém recomendamos que não leve as crianças para ver,
se for o caso é por sua conta e risco. #FicaOaviso.
Ficha Técnica
Direção: Tim Miller
Roteiro: Rhett Reese e Paul Warnick
Elenco: Ryan Reynold, T.J. Miller, Ed
Skrein, Morena Baccarin, Gina Carano, Andre Tricoteux, Leslie
Uggams
Gênero: Ação, aventura, comédia
(+16, no Brasil)
Duração: 108min (1h48min)
Sinopse: Ex-militar e mercenário, Wade
Wilson (Ryan Reynolds) é diagnosticado com câncer em estado
terminal, porém encontra uma possibilidade de cura em uma
sinistra experiência científica. Recuperado, com poderes e um
incomum senso de humor, ele torna-se Deadpool e busca vingança
contra o homem que destruiu sua vida.
|
Está foi nossa resenha para o filme, já foi conferir no cinema? Comente em baixo o que achou. Num esqueça de deixar sua dúvida ou sugestão, se tiver. Inter!




Nenhum comentário:
Postar um comentário