sexta-feira, 25 de março de 2016

Preview - O jovem e a lei do amor


Olá, enfim chegamos! Está é a resenha da última lição do 1º trimestre de 2016. Então, aperte morfar e bons estudos.

Para a 13ª aula o Pastor Natalino das Neves esboça sobre a questão de se fazer dívidas e dentro disso o amor de Deus sobre a humanidade. Sobre isso, o estudo é divido em duas partes sendo visto assuntos como: a dívida no Antigo e no Novo Testamento, o exemplo de Jesus, o perdão de Deus e muito mais.

No primeiro tópico da aula, o Pastor das Neves faz um parâmetro entre o Antigo Testamento e o Novo sobre a questão da dívida. Veja o quadro.

A dívida no Antigo Testamento: a questão da dívida neste período da Bíblia era um tanto razoável. Claro, não é bom dever a ninguém, porém naquela época era normal isralitas passarem por problemas envolvendo principalmente a seca por serem um povo ligado a agricultura. Então a forma de empréstimo tinha essa intenção de suprir a dificuldade do próximo e este devia pagar de alguma forma (objeto pessoal, propriedade e etc), se não viveria nos últimos sete anos servindo como escravo. Tudo como mandava a lei mosaica.
A dívida no Novo Testamento: a questão da dívida continuou da mesma forma que o Antigo Testamento: pegava empréstimo, pagava dentro do prazo. No entanto, a diferença estava quanto a punição sobre a divida, enquanto antigamente se colocava como escravo quando não se podia pagar, no período do NT quem devia ia preso até a divida fosse paga. Nesse caso, Jesus pedia ao povo atitudes mais amigáveis e hospitaleiras na solução destes problemas.
O jovem cristão e a dívida: o apóstolo Paulo tinha uma noção envolvendo devedor e credor em Roma. Por essa razão, ele recomendava que os cristãos tivessem um controle maior sobre as dívidas, em outras palavras, não fizessem dívidas por qualquer motivo, onde não poderiam pagar depois. Esse descontrole era tanto que afetava várias partes da vida do devedor: pessoal, conjugal, familiar e inclusive a espiritual, levando a destruição completa do cristão.

No segundo ponto da lição, o comentarista fala sobre a dívida do amor, em bom português, o sacrifício, a ajuda voluntária ao próximo. Veja o quadro.

O maior exemplo da lei do amor: no caso Jesus. Como todo mundo sabe, ou pelo menos deve saber, Cristo se sacrificou para que nossa dívida fosse paga, sendo ela a morte eterna. E neste sentido, devemos agir da mesma forma – não ao pé da letra – ajudando ao próximo levando carinho e conhecimento de Deus, assim como fez Paulo. Ele foi ajudado uma época pelos cristãos de Jerusalém, por essa razão se viu na obrigação de devolver a ajuda quando a igreja estava com problemas na questão social.
Dívida de amor ao próximo: Deus pagou nossa maior dívida quando seu filho morreu por nós na cruz, como forma de retribuir o “favor” nós, os cristãos, devemos também perdoar os outros e sobre tudo levar a Palavra ao próximo. Isto é a simples representação do amor vertical (com Deus) e o horizontal (com o próximo), e deve ser excitado por todo cristão, inclusive até depois da justificação.

Portanto, devemos ter controle sobre as dívidas, principalmente neste período que o Brasil está passando por problemas financeiros. No entanto, Paulo também deixa claro para nós, os cristãos, que a única dívida que devemos pagar e ter noção é a dívida de amor, que Jesus fez por nós para remissão de nossos pecados e garantia de nossa justificação perante o Pai. Então é melhor ser grato pela ação altruísta de Cristo do que ser punido pela dívida eterna. #MinhaDívidaÉOamorPeloPróximo.

Então está é a última preview do trimestre, te aguardamos no próximo com um novo assunto e novas lições para serem tomadas. Só não esqueça, dúvidas ou sugestões comente logo abaixo. Inter!

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