Olá, enfim chegamos! Está é a resenha da última lição do 1º trimestre de 2016. Então, aperte morfar e bons estudos.
Para a 13ª aula o
Pastor Natalino das Neves esboça sobre a questão de se fazer
dívidas e dentro disso o amor de Deus sobre a humanidade. Sobre
isso, o estudo é divido em duas partes sendo visto assuntos como: a
dívida no Antigo e no Novo Testamento, o exemplo de Jesus, o perdão
de Deus e muito mais.
No primeiro tópico da
aula, o Pastor das Neves faz um parâmetro entre o Antigo Testamento
e o Novo sobre a questão da dívida. Veja o quadro.
A dívida no Antigo Testamento: a
questão da dívida neste período da Bíblia era um tanto
razoável. Claro, não é bom dever a ninguém, porém naquela
época era normal isralitas passarem por problemas envolvendo
principalmente a seca por serem um povo ligado a agricultura.
Então a forma de empréstimo tinha essa intenção de suprir a
dificuldade do próximo e este devia pagar de alguma forma (objeto
pessoal, propriedade e etc), se não viveria nos últimos sete
anos servindo como escravo. Tudo como mandava a lei mosaica.
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A dívida no Novo Testamento: a questão
da dívida continuou da mesma forma que o Antigo Testamento:
pegava empréstimo, pagava dentro do prazo. No entanto, a
diferença estava quanto a punição sobre a divida, enquanto
antigamente se colocava como escravo quando não se podia pagar,
no período do NT quem devia ia preso até a divida fosse paga.
Nesse caso, Jesus pedia ao povo atitudes mais amigáveis e
hospitaleiras na solução destes problemas.
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O jovem cristão e a dívida: o apóstolo
Paulo tinha uma noção envolvendo devedor e credor em Roma. Por
essa razão, ele recomendava que os cristãos tivessem um controle
maior sobre as dívidas, em outras palavras, não fizessem dívidas
por qualquer motivo, onde não poderiam pagar depois. Esse
descontrole era tanto que afetava várias partes da vida do
devedor: pessoal, conjugal, familiar e inclusive a espiritual,
levando a destruição completa do cristão.
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No segundo ponto da
lição, o comentarista fala sobre a dívida do amor, em bom
português, o sacrifício, a ajuda voluntária ao próximo. Veja o
quadro.
O maior exemplo da lei do amor: no caso
Jesus. Como todo mundo sabe, ou pelo menos deve saber, Cristo se
sacrificou para que nossa dívida fosse paga, sendo ela a morte
eterna. E neste sentido, devemos agir da mesma forma – não ao
pé da letra – ajudando ao próximo levando carinho e
conhecimento de Deus, assim como fez Paulo. Ele foi ajudado uma
época pelos cristãos de Jerusalém, por essa razão se viu na
obrigação de devolver a ajuda quando a igreja estava com
problemas na questão social.
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Dívida de amor ao próximo: Deus pagou
nossa maior dívida quando seu filho morreu por nós na cruz, como
forma de retribuir o “favor” nós, os cristãos, devemos
também perdoar os outros e sobre tudo levar a Palavra ao próximo.
Isto é a simples representação do amor vertical (com Deus) e o
horizontal (com o próximo), e deve ser excitado por todo cristão,
inclusive até depois da justificação.
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Portanto, devemos ter
controle sobre as dívidas, principalmente neste período que o
Brasil está passando por problemas financeiros. No entanto, Paulo
também deixa claro para nós, os cristãos, que a única dívida que
devemos pagar e ter noção é a dívida de amor, que Jesus fez por
nós para remissão de nossos pecados e garantia de nossa
justificação perante o Pai. Então é melhor ser grato pela ação
altruísta de Cristo do que ser punido pela dívida eterna.
#MinhaDívidaÉOamorPeloPróximo.
Então está é a
última preview do trimestre, te aguardamos no próximo com um novo
assunto e novas lições para serem tomadas. Só não esqueça,
dúvidas ou sugestões comente logo abaixo. Inter!

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