Olá, hoje vamos ter
uma conversa tranquila, mas super importante. Então aperte morfar e
#partiu bate-papo.
A juventude é uma
geração cheia de energia e para gastar toda essa carga extra o
entretenimento é a melhor opção. Para tanto, festas, shows,
esportes, cinema e etc., são algumas das opções escolhidas pelos
jovens. O cristão não está fora deste circuíto, porém os eventos
ou entretenimento são mais específicos para o nicho. Neste sentido,
vamos falar de um em especial, o cinema – nossa equipe é
apaixonada pela 7 arte (risos).
Como o cinema é
chamado também de 7 arte, não é brincadeira pensar que ela atrai
jovens e mais jovens a cada anos – inclua nessa equação crianças
e idosos – e com o cristão não é diferente, pois além de tudo
somos humanos e precisamos distrair a mente com algo. Sobre isso, o
cinema é carregado de um panteão de filmes dos mais vários
estilos, desde os mais assustadores até os mais ruim – sempre
havendo pessoas que adoram aquela produção – dentro disso o
mercado gospel também está presente e é aqui que nossa conversa se
concentra.
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Nos Estados Unidos, já
é bem comum filmes exclusivos para este nicho, sendo feito desde
salas de cinema convencionais até teatro ou auditório. No Brasil,
essa realidade é um pouco recente na perspectiva das salas de
cinema, porém seria mentira afirmar que a industria cinematográfica
não levava filmes religiosos para nosso país. Uma hora ou outra
tinha em cartaz produções hollywoodiana dentro do nicho gospel, no
entanto sempre era uma representação dos tempos bíblicos. Nada
contra essas produções, porém sempre tinha um erro no contexto
existente na Bíblia, não era exatamente heresia, apenas
complementações na história e que servem apenas para incrementar o
filme no final das contas.
No entanto, nos últimos
anos produções genuinamente cristãs – ou gospel se preferir
assim – vem aparecendo e ganhando espaço nas salas do cinema,
assim concorrendo diretamente com os filmes seculares que também
gostamos de ver. Um detalhe vai para o longa “Deus não está
morto” de 2014 produzido pela Pure Flix, basicamente ele foi o
primeiro entre filmes gospel de temática moderna a ganhar espaço
nas telonas comerciais do Brasil, depois dele vários outros vem
ganhando as mesmas proporções midiáticas. Literalmente caiu no
gosto dos cinemas brasileiro.
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O roteiro das produções
é simplesmente o mesmo entre os filmes, tendo apenas algumas
variações no seu contexto geral, mas a fórmula é sempre
redondinha – quadrada, se você for um crente clássico – Sobre
isso, mesmo sendo produções cristãs há pessoas que não gostam
por causa da simplicidade retratada e a repetição de roteiro em
todos os filmes, afirmando serem produtos fracos em comparação aos
seus concorrentes hollywoodianos. Neste sentido entramos num
questionamento interessante: os filmes gospel devem ser tratado
simplesmente como mercadoria capitalista para uma geração que vive
de entretenimento, invés de um mecânico inovador – e altamente
apreciado pelos jovens – para um evangelismo diferenciado, que pode
trazer resultado satisfatório para o Reino do Senhor?
Bem, nós do Evangelion
Rangers acreditamos no evangelismo tradicional, assim como o novo
realizado pela internet, e da mesma forma apreciamos filmes e
seriados dentro do nicho, no entanto temos a visão que isso não
deve ficar apenas para nós cristãos, mas deve ser apresentado para
o mundo e assim provocando um evangelismo inusitado e com bons
frutos.
Nisto encerramos mais
uma conversa, porém deixamos a resposta aberta para você expressar
sua opinião, pois adoraríamos saber sua visão sobre a temática.
Para tanto, esperamos suas dúvidas ou sugestões no espaço logo
abaixo. E aguardamos seu retorno no próximo Morphin, inter!



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