sexta-feira, 22 de julho de 2016

Preview - Aula #04: O juízo de Judá e de Jerusalém


Olá, estamos percorrendo o livro do profeta Isaías, e desta vez o foco será sobre a justiça. Então aperte morfar e bons estudos.

Na quarta lição da Escola Dominical o assunto abordado pelo comentarista Claiton Ivan é sobre a justiça, na verdade, a injustiça cometida pelo povo de Israel nos tempos do profeta Isaías. Para tanto, o trabalho é dividido em três sessões sendo estudado temáticas como: a injustiça e a opressão, arrogância, misericórdia, justiça de Deus e muito mais.

No primeiro ponto da aula o comentarista discorre sobre os problemas presenciados pelo profeta durante o seu ministério principalmente no Reino de Judá. Entenda.

Justiça: o sentido da palavra atualmente remete ao comprimento de leis morais em prol de alguém que foi prejudicado de alguma forma. Na época da Bíblia o significado era a obediência sobre a lei de Deus e sua justiça, no entanto, isso deixou de acontecer na período do profeta. Literalmente, o Reino de Judá, especificamente, estava caminhando para um colapso, a destruição e ruína era eminente.

A opressão oficializada: como citado nas lições anteriores a prosperidade cresceu os olhos dos israelitas, principalmente os reis e governantes, causando dessa maneira o crescimento também da injustiça e justo dela a opressão sobre a população mais pobre de Israel, no caso os fracos, órfãos e viúvas. Detalhe, a opressão não era algo exclusivo da elite israelense, os pobres que tinham algo – mesmo que pouco – a mais que o próximo estes faziam questão de oprimir igualmente seu semelhante.

A justiça como instrumento de triunfo: a justiça era algo bom, honesto e harmonioso para humanidade, pois promovia principalmente dignidade entre as pessoas e até igualdade. No entanto, isso passava longe nos dias de Isaías como profeta, ele presenciou inúmeras atitudes erradas por parte do povo, onde Deus disse que deveriam agir de forma justa, os isralitas faziam o contrário.

A injustiça no mundo atual: nesta parte o comentarista associa a injustiça dos tempos bíblicos com nossa realidade atual. Bem, se na época de Isaías era triste com tanto problemas, imagina agora! É irmão contra irmão, são igrejas capitalistas, preconceito, violências e a lista só aumenta.

No segundo ponto do estudo o foco é a arrogância dos poderosos e dos favorecidos de Israel, e sobre isso o principal efeito desse problema, o orgulho. Entenda.

A descrição da arrogância pelo profeta: em seu livro o profeta Isaías descreve sobre a arrogância praticada pelo povo Israel, mais precisamente, dos habitantes do Reino do Sul (Judá). Ele descrevia com essas pessoas agiam, o profeta não era contra vestimenta e outras coisas, o problema estava na forma que os governantes e/ou pessoas poderosas usavam esses objetos. Literalmente de forma abusiva apenas para mostrar o seu poder e suas poses praticando assim a arrogância e sobre tudo o orgulho.

Um pecado abominável: aqui o autor se voltou para comentar sobre o orgulho, pecado que surgiu desde a tentativa de golpe de Lúcifer no céu, se passando por Adão e Eva, e chegando nos tempos de Isaías, e claro hoje. Resumindo, devido os problemas praticados pelo homem, como injustiça, arrogância, mentira e etc, se a humanidade não procurar uma solução, eles mesmos podem se destruir por razão simplesmente do orgulho.

Os males do orgulho: aqui relembramos novamente sobre o orgulho, ele é algo contrário a Deus, onde se valoriza o “eu” e esquece dos outros. É literalmente uma bomba relógio para a destruição do homem. E para se viver em sociedade é preciso ter harmonia entre as pessoas.

No terceiro e último ponto do estudo o comentarista desenvolve a conversa falando sobre a misericórdia e a justiça de Deus.

O profeta prediz a ruína: injustiça, opressão, arrogância e orgulho, só com isso não daria outra coisa as profecias do profeta Isaías, o Reino de Judá como Israel toda não teria outro destino que a destruição – a escravidão no caso.

Humildade: tudo seria resolvido se o povo de Israel tivesse uma única atitude: humildade. Em outras palavras, era necessário apenas o povo se humilhar e pedir perdão ao Senhor e volta “ao início de tudo”.

A justiça de Deus: o Senhor não brinca em serviço! Sua justiça é boa para aqueles que confiam no Criador, no entanto, também serve como corretivo quando este está agindo errado e de forma pecaminosa como era Israel naquele tempo. Como bem sabemos Deus protegeu muitas vezes o seu povo, porém deixou ele ser escravo em terra estranha para que assim se arrependessem e voltassem “ao início”, então sentiu a justiça de Deus aqui?

Conclusão: é como diz o ditado, “a justiça de Deus tarda, mas não falha”! O povo de Israel descobriu isso naquela de Isaías, na verdade, foi alertada sobre isso, mas como sabemos não deram ouvidos e deu no que deu. Nosso papel como cristão, também é agir como o profeta: anunciar, denunciar e alertar os problemas vividos pela sociedade na tentativa de provocar o seu conserto, o retorno e o “ressurgimento” da justiça entre os homens e inclusivamente como Deus. #JustiçaNoSéculo21

Está foi nossa prévia da próxima lição da Escola Dominical para a turma dos jovens, esperamos que tenha ajudado em seus estudos, e te aguardamos em breve em outra Preview. Se tiver dúvidas ou sugestões não deixe de comentar logo abaixo. Inter!

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