Olá,
continuamos estudando os princípios básicos para uma genuína adoração ao
Senhor. Então, aperte morfar e confira a previa da semana.
Na
sexta lição da Escola Dominical o foco maior apontado pelo pastor Thiago Brazil
é o funcionamento do louvor excedido pelo povo de Israel. Para tanto o estudo é
dividido em três partes sendo trabalho assuntos como: adoração, um estilo de
vida; critérios, normas e procedimentos; e a institucionalização da fé.
No
primeiro ponto o comentarista explana sobre adoração que Israel deveria exercer
após sua libertação do Egito. Para tanto, Deus transmitiu por meio de Moisés
como funcionaria tudo – e não foi fácil, pois a galera tava um pouco
enferrujada – Ele adotou o sacerdócio, aplicou regras, dias, horários e
exigências para que o culto fosse feito de forma correta e separada, em outras
palavras, que as práticas de adoração vistas e aplicadas anteriormente por
Israel enquanto no Egito fossem largadas de vez. De forma resumida “tudo é do
Senhor”, sobre isso, o povo o escolhido tinha o dever de agradecer pelas
bênçãos enviadas por Deus a sua gente.
No
segundo ponto o foco é a normatização da adoração, em outras palavras, os
procedimentos e critérios que seriam tomados para o andamento correto da
adoração ao Criador. Um deles envolvia os sacrifícios e ofertas entregues. Elas
eram entregues de forma especial, ou seja, os judeus deveriam ter um cuidado
redobrado quando o sacrifício seja animal ou vegetal. Outro ponto importante
implantado por Deus em sua adoração era um local especial dedicado para louvor
e a entrega dos sacrifícios, o tabernáculo, um templo móvel utilizado por
Israel enquanto esteve no deserto, depois o local mudou para o Templo de
Jerusalém, no período de Salomão e os reis subsequentes. E o último ponto
levantado por Deus, um povo separado, em outras palavras, os levitas, os
descendentes da tribo de Levi ficariam responsáveis por tudo relacionado a
adoração e louvor ao Senhor, desde a entrega de sacrifícios até o manuseio de
instrumentos ou preparativos pra o culto ou festejos ao Criador.
No
terceiro e último ponto do estudo, o foco é voltado para nossa realidade atual.
Segundo a opinião do comentarista a institucionalização é algo inevitável na
igreja de hoje, pois o número de comunidades cristãs vem aumentando a cada ano
e com isso conseqüências como explanação da denominação é algo comum
principalmente no Brasil. A aquisição de bens por parte da igreja não é algo
errado, pois vivemos uma realidade diferente da Bíblia, no entanto, o lado
espiritual não deve ser esquecido, pois ela é algo muito importante na adoração
ao Senhor. Sobre isso o monopólio na questão do louvor é algo errôneo nas
denominações, pois cada cristão é preparado para ser sacerdote na Nova Aliança
– essa desculpinha dos “só principais” não rola pra Deus – E por último devemos
ter cuidado enquanto questões fora da igreja, pois a mistura entre igreja e
vida secular é presente cada vez mais. Se isso não for algo dosado pode
destruir a comunhão entre os irmãos, além de destruir a ética cristã ensinada
da Bíblia. O que eles querem é acabar com a imagem da igreja enquanto exemplo
de comunidade.
Conclusão: se,
como detalhadamente vimos, a institucionalização da fé dos judeus não foi um
momento de retrocesso ou fragilização do relacionamento do povo com Deus, mas
ao contrário, um processo de amadurecimento e fortalecimento dos interesses
coletivos, também devemos crer que não são normas ou legislações humanas que roubarão
a essência de nossa adoração a Deus e de nossa comunhão uns com os outros.
Está
foi a prévia da semana, esperamos você novamente aqui no site em outra
oportunidade. Se tiver dúvidas ou sugestões comente logo abaixo. Inter!

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