segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Replay Cine #03 - Maze Runner: Prova de Fogo


Olá, nós assistimos a sequência de Maze Runner e agora apresentamos nossa resenha sobre o filme. Então aperte morfar e confira.

Roteiro: Por se tratar de uma adaptação a história do filme segue a linha histórica do livro “Prova de Fogo”. Nele, o roterista TS Nowlin coloca cenas de sobrevivência com muita correria no escuro, no deserto, em tempestade de raios e fugindo da organização CRUEL. Além disso, conferir momentos de amizade e de fraternidade entre Thomas e seus amigos, e um leve romance. E sobre tudo, revelações dos vilões e da organização rival da CRUEL, o Braço Direito, e por último, muitas reviravoltas na história, que faz aumentar o interesse pela continuidade de Maze Runner.

Produção: O diretor Wes Ball fez um trabalho bacana nesta sequência de Maze Runner. Ele apresentou ao público um mundo distópico destruído e arrasado pela doença e pelo guerra – similarmente igual a um apocalipse zumbi. A novidade são as cenas feitas no total escuro e fechando, sendo usado apenas lanternas pelos personagens, a tonalidade quente em amarelo e marrom para o deserto e a fuga eletrizante – literalmente – de uma tempestade de raios. Para tanto Ball apresentou um terror surviver interessante e muita “câmera nervosa” para a construção das sequências de luta, fuga e ação entre os personagens.


Personagens: O filme volta apresentando do ponto onde parou no último longa quando Thomas e seus amigos são “salvos” por uma organização rival a CRUEL. No local é esclarecido que existiam outros labirintos como no “Correr ou Morrer”, alguns com apenas garotos igual do Thomas e outros com apenas meninas. Em “Prova de Fogo” foi aberto mais espaço para personagens secundários que estavam no longa anterior para simplesmente causar determinado impacto no publico como drama no caso do personagem Winston (Alexander Flores) e um pouco de humor caracterizado pelo Frypan (Dexter Darden). Além de trazer novas figuras para a história, por exemplo, Aris Jones (Jacob Lofland), um garoto de outro labirinto aparentemente estranho, mas muito perspicaz e detalhista – sem ele, Thomas e outros não teriam escapado das mãos do CRUEL.

Porém a grande surpresa ou “alívio” é uma atuação maior da personagem Tereza (Kaya Scodelario) na história do filme, sendo que ela é a principal responsável pela reviravolta que se toma no final do longa. Fora disso, temos a entrada de Brenda (Rosa Salazar) na turma de Thomas que começou como uma garota malandra e sem amigos, mas se mostrou uma jovem sonhadora, esperançosa, e além de tudo, leal as pessoas que foram altruísta com ela num momento de aperto.


Considerações finais: Concluímos que Maze Runner: Prova de Fogo é melhor que seu antecessor, tanto na ação/aventura e na história, nos apresentando um mundo totalmente novo fora do labirinto e as reais consequências que levaram para tudo aquilo acontecer.. Logo o filme termina te deixando com um gosto de “querendo mais”, pois a reviravolta no final é o ponto decisivo para a continuação desta história que se resume como “uma corrida pela sobrevivência”.

Ficha Técnica

Direção: Wes Ball
Roteiro: TS Nowlin
Elenco: Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster
Gênero: Ação, Aventura, Sci-Fi
Duração: 131 minutos
Sinopse: Após escapar do labirinto, Thomas (Dylan O'Brien) e os garotos que o acompanharam em sua fuga da Clareira precisam agora lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles precisam lidar com criaturas disformes chamadas Cranks, que desejam devorá-los vivos.


Então, o que achou de nossa resenha, já assistiu o Maze Runner: Prova de Fogo, o que achou do filme? Sugestões, dúvidas e críticas, comente logo abaixo, e até mais.

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