Olá, nós assistimos a
sequência de Maze Runner e agora apresentamos nossa resenha sobre o
filme. Então aperte morfar e confira.
Roteiro: Por se tratar
de uma adaptação a história do filme segue a linha histórica do
livro “Prova de Fogo”. Nele, o roterista TS Nowlin coloca cenas
de sobrevivência com muita correria no escuro, no deserto, em
tempestade de raios e fugindo da organização CRUEL. Além disso,
conferir momentos de amizade e de fraternidade entre Thomas e seus
amigos, e um leve romance. E sobre tudo, revelações dos vilões e
da organização rival da CRUEL, o Braço Direito, e por último,
muitas reviravoltas na história, que faz aumentar o interesse pela
continuidade de Maze Runner.
Produção: O diretor
Wes Ball fez um trabalho bacana nesta sequência de Maze Runner. Ele
apresentou ao público um mundo distópico destruído e arrasado pela
doença e pelo guerra – similarmente igual a um apocalipse zumbi. A
novidade são as cenas feitas no total escuro e fechando, sendo usado
apenas lanternas pelos personagens, a tonalidade quente em amarelo e
marrom para o deserto e a fuga eletrizante – literalmente – de
uma tempestade de raios. Para tanto Ball apresentou um terror
surviver interessante e muita “câmera nervosa” para a
construção das sequências de luta, fuga e ação entre os
personagens.
Personagens: O filme
volta apresentando do ponto onde parou no último longa quando Thomas
e seus amigos são “salvos” por uma organização rival a CRUEL.
No local é esclarecido que existiam outros labirintos como no
“Correr ou Morrer”, alguns com apenas garotos igual do Thomas e
outros com apenas meninas. Em “Prova de Fogo” foi aberto mais
espaço para personagens secundários que estavam no longa anterior
para simplesmente causar determinado impacto no publico como drama no
caso do personagem Winston (Alexander Flores) e um pouco de humor
caracterizado pelo Frypan (Dexter Darden). Além de trazer novas
figuras para a história, por exemplo, Aris Jones (Jacob Lofland), um
garoto de outro labirinto aparentemente estranho, mas muito perspicaz
e detalhista – sem ele, Thomas e outros não teriam escapado das
mãos do CRUEL.
Porém a grande
surpresa ou “alívio” é uma atuação maior da personagem Tereza
(Kaya Scodelario) na história do filme, sendo que ela é a principal
responsável pela reviravolta que se toma no final do longa. Fora
disso, temos a entrada de Brenda (Rosa Salazar) na turma de Thomas
que começou como uma garota malandra e sem amigos, mas se mostrou
uma jovem sonhadora, esperançosa, e além de tudo, leal as pessoas
que foram altruísta com ela num momento de aperto.
Considerações finais:
Concluímos que Maze Runner: Prova de Fogo é melhor que seu
antecessor, tanto na ação/aventura e na história, nos apresentando
um mundo totalmente novo fora do labirinto e as reais consequências
que levaram para tudo aquilo acontecer.. Logo o filme termina te
deixando com um gosto de “querendo mais”, pois a reviravolta no
final é o ponto decisivo para a continuação desta história que se
resume como “uma corrida pela sobrevivência”.
Ficha Técnica
Direção: Wes Ball
Roteiro: TS Nowlin
Elenco: Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster
Gênero: Ação, Aventura, Sci-Fi
Duração: 131 minutos
Elenco: Dylan O'Brien, Kaya Scodelario, Thomas Brodie-Sangster
Gênero: Ação, Aventura, Sci-Fi
Duração: 131 minutos
Sinopse: Após escapar do labirinto, Thomas (Dylan O'Brien) e os garotos que o acompanharam em sua fuga da Clareira precisam agora lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles precisam lidar com criaturas disformes chamadas Cranks, que desejam devorá-los vivos.
Então, o que achou de
nossa resenha, já assistiu o Maze Runner: Prova de Fogo, o que achou
do filme? Sugestões, dúvidas e críticas, comente logo abaixo, e
até mais.




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